Ontem, numa altura em que provavelmente deveríamos estar a estudar, uma amiga nossa pôs-nos a seguinte questão (quase exactamente nestes termos): "porque é que quando um homem e uma mulher estão no acto da cópula e em posições propícias, o homem tem tendência a aplicar, por falta de melhor termo, umas "nalgadas" na mulher e, aparentemente, disso retirar grande satisfação?"
Eu e o Ricardo olhámos um para o outro trocando um esgar de pânico, e a seguinte conversa telepática teve lugar:
Ricardo - Oh meu deus! Ela fez-nos uma pergunta socialmente embaraçosa que de outra forma não teríamos problema em responder, dada a simplicidade intrínseca à questão, não fosse o facto de ela ser uma rapariga e nossa amiga e termos medo de como ela vai reagir à verdade!
Eu - Ontem no Minecraft construí uma cascata de lava que cai para o mar!
Ricardo - Para além do mais não temos nenhuma resposta satisfatória que não nos deixe a parecer broncos não só por a resposta ser tão simples, mas porque a sabemos de todo!!!
Eu - No próximo update a obsidiana vai ter propriedades diferentes, pode ser usada para construir portais através do inferno! Não é fixe?
Ricardo - Temos de arranjar uma resposta tangente e parva o suficiente para ela não querer saber mais do assunto! Inventa alguma coisa, rápido!!
Eu -...vai ser tão fixe...
Desenvolveu-se então a Teoria das Palmas, que postula o seguinte.
Tomemos um indivíduo do género masculino, típico, que sai uma noite com um elemento do sexo feminino.
Vão ao cinema, ele oferece-lhe o jantar, e a noite corre-lhe surpreendentemente bem, ao ponto em que se encontra, como tão clinicamente o descreveu a nossa amiga, no acto da cópula.
Pensará provavelmente o seguinte:
"Que bom! Isto supera em muito a expectativas que eu tinha para esta noite! E ainda por cima estou aqui numa posição de que gosto em particular! Sinto-me agradado!"
E qual é uma das reacções mais primitivas e infantis (recordemos que estamos a falar de um indivíduo do sexo masculino típico) para expressar satisfação e contentamento?: bater palminhas!
O nosso indivíduo está tão contente por estar a copular numa posição que lhe agrada, que sente o impulso de bater palmas de felicidade.
Só que para o fazer tem de libertar as mãos dos seus pontos de apoio nas ancas do elemento feminino. No entanto quando o faz quase perde o equilíbrio e cai, porque, convenhamos, os homens não são bons em multi-tasking.
Qual é a melhor solução? Continuar a segurar-se só com uma mão, permitindo que a mão livre produza o efeito de bater palmas não palma-contra-palma mas palma-contra-nádega.
A nossa amiga não achou a nossa teoria uma explicação satisfatória, e ameaçou-nos de violência física caso não parássemos de nos rir como uns idiotas.
Nós, pela nossa parte, ficamos apenas contentes por poder contribuir para o conhecimento humano.
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Eu e o Ricardo olhámos um para o outro trocando um esgar de pânico, e a seguinte conversa telepática teve lugar:
Ricardo - Oh meu deus! Ela fez-nos uma pergunta socialmente embaraçosa que de outra forma não teríamos problema em responder, dada a simplicidade intrínseca à questão, não fosse o facto de ela ser uma rapariga e nossa amiga e termos medo de como ela vai reagir à verdade!
Eu - Ontem no Minecraft construí uma cascata de lava que cai para o mar!
Ricardo - Para além do mais não temos nenhuma resposta satisfatória que não nos deixe a parecer broncos não só por a resposta ser tão simples, mas porque a sabemos de todo!!!
Eu - No próximo update a obsidiana vai ter propriedades diferentes, pode ser usada para construir portais através do inferno! Não é fixe?
Ricardo - Temos de arranjar uma resposta tangente e parva o suficiente para ela não querer saber mais do assunto! Inventa alguma coisa, rápido!!
Eu -...vai ser tão fixe...
Desenvolveu-se então a Teoria das Palmas, que postula o seguinte.
Tomemos um indivíduo do género masculino, típico, que sai uma noite com um elemento do sexo feminino.
Vão ao cinema, ele oferece-lhe o jantar, e a noite corre-lhe surpreendentemente bem, ao ponto em que se encontra, como tão clinicamente o descreveu a nossa amiga, no acto da cópula.
Pensará provavelmente o seguinte:
"Que bom! Isto supera em muito a expectativas que eu tinha para esta noite! E ainda por cima estou aqui numa posição de que gosto em particular! Sinto-me agradado!"
E qual é uma das reacções mais primitivas e infantis (recordemos que estamos a falar de um indivíduo do sexo masculino típico) para expressar satisfação e contentamento?: bater palminhas!
O nosso indivíduo está tão contente por estar a copular numa posição que lhe agrada, que sente o impulso de bater palmas de felicidade.
Só que para o fazer tem de libertar as mãos dos seus pontos de apoio nas ancas do elemento feminino. No entanto quando o faz quase perde o equilíbrio e cai, porque, convenhamos, os homens não são bons em multi-tasking.
Qual é a melhor solução? Continuar a segurar-se só com uma mão, permitindo que a mão livre produza o efeito de bater palmas não palma-contra-palma mas palma-contra-nádega.
A nossa amiga não achou a nossa teoria uma explicação satisfatória, e ameaçou-nos de violência física caso não parássemos de nos rir como uns idiotas.
Nós, pela nossa parte, ficamos apenas contentes por poder contribuir para o conhecimento humano.