Pataniscas Satânicas

Pataniscas Satânicas
Mostrar mensagens com a etiqueta diálogo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta diálogo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Teoria das Palmas

Ontem, numa altura em que provavelmente deveríamos estar a estudar, uma amiga nossa pôs-nos a seguinte questão (quase exactamente nestes termos): "porque é que quando um homem e uma mulher estão no acto da cópula e em posições propícias, o homem tem tendência a aplicar, por falta de melhor termo, umas "nalgadas" na mulher e, aparentemente, disso retirar grande satisfação?"

Eu e o Ricardo olhámos um para o outro trocando um esgar de pânico, e a seguinte conversa telepática teve lugar:

Ricardo - Oh meu deus! Ela fez-nos uma pergunta socialmente embaraçosa que de outra forma não teríamos problema em responder, dada a simplicidade intrínseca à questão, não fosse o facto de ela ser uma rapariga e nossa amiga e termos medo de como ela vai reagir à verdade!
Eu - Ontem no Minecraft construí uma cascata de lava que cai para o mar!
Ricardo - Para além do mais não temos nenhuma resposta satisfatória que não nos deixe a parecer broncos não só por a resposta ser tão simples, mas porque a sabemos de todo!!!
Eu - No próximo update a obsidiana vai ter propriedades diferentes, pode ser usada para construir portais através do inferno! Não é fixe?
Ricardo - Temos de arranjar uma resposta tangente e parva o suficiente para ela não querer saber mais do assunto! Inventa alguma coisa, rápido!!
Eu -...vai ser tão fixe...


Desenvolveu-se então a Teoria das Palmas, que postula o seguinte.

Tomemos um indivíduo do género masculino, típico, que sai uma noite com um elemento do sexo feminino.
Vão ao cinema, ele oferece-lhe o jantar, e a noite corre-lhe surpreendentemente bem, ao ponto em que se encontra, como tão clinicamente o descreveu a nossa amiga, no acto da cópula.
Pensará provavelmente o seguinte:
"Que bom! Isto supera em muito a expectativas que eu tinha para esta noite! E ainda por cima estou aqui numa posição de que gosto em particular! Sinto-me agradado!"

E qual é uma das reacções mais primitivas e infantis (recordemos que estamos a falar de um indivíduo do sexo masculino típico) para expressar satisfação e contentamento?: bater palminhas!

O nosso indivíduo está tão contente por estar a copular numa posição que lhe agrada, que sente o impulso de bater palmas de felicidade.

Só que para o fazer tem de libertar as mãos dos seus pontos de apoio nas ancas do elemento feminino. No entanto quando o faz quase perde o equilíbrio e cai, porque, convenhamos, os homens não são bons em multi-tasking.

Qual é a melhor solução? Continuar a segurar-se só com uma mão, permitindo que a mão livre produza o efeito de bater palmas não palma-contra-palma mas palma-contra-nádega.


A nossa amiga não achou a nossa teoria uma explicação satisfatória, e ameaçou-nos de violência física caso não parássemos de nos rir como uns idiotas.

Nós, pela nossa parte, ficamos apenas contentes por poder contribuir para o conhecimento humano.
Read More »

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Minecraft

Ando viciado num jogo novo!!

Chama-se Minecraft. (vão vê-lo... já!)



E este jogo em si é um exemplo bonito de como anda a indústria de jogos actualmente.

Eu ouvi falar deste jogo no Blog/Webcomic Penny Arcade, que há mais de 10 anos faz críticas de jogos/comics acerca de jogos e que entretanto já ganhou uma reputação e um poder que a torna verdadeiramente influente na indústria!

Eu joguei a versão grátis no próprio site do jogo e achei piada ao conceito: um mundo infinito gerado aleatoriamente que é a vossa caixa-de-areia onde podem explorar, recolher recursos e construir tudo o que vos passar pela cabeça.




Eu continuaria a explicar, mas porquê fazê-lo quando a Penny Arcade o fez muito melhor que eu (e com bonecos!): Mine, All Mine part 1, part 2.

Comprei o jogo (!) por cerca de 10€ (!), não só porque o conceito me apelou imenso, mas também por uma sensação de querer começar a contribuir para uma comunidade que me deu tanto ao longo dos anos. Mesmo que a maior parte disso tenha sido sob formas divertidas de matar pessoas.

Portanto agora estou a jogar o jogo ainda na fase Alpha (ainda nem está em Beta) e, de acordo com o gajo que está a desenvolver o jogo, terei acesso grátis a todos os updates e versões do jogo.

A indústria de jogos está a ganhar uma vida própria. Já envolve mais dinheiro e lucros que os filmes e a música juntos e agora com a popularização da compra de jogos pela net, os preços vão baixar e os desenvolvedores independentes vão poder fazer cada vez mais coisas originais.



Entretanto, não foi fácil convencer o Ricardo...

A seguinte conversa tomou lugar:

Eu - É um mundo infinito gerado aleatoriamente onde podes fazer o que quiseres!
Ricardo - Fazer o quê?
Eu - Podes explorar e recolher materiais e fazer blocos e construir coisas!!!
Ricardo - E...?
Eu - ...e é isso.
Ricardo - Só isso?
Eu - Também tens zombies...
Ricardo - Ah! Tens de matar zombies!
Eu - Não tens de os matar... mas podes.. e eles só aparecem à noite..
Ricardo - Então o que é que tens de fazer?
Eu - Não tens de fazer nada! É essa a beleza do jogo podes fazer tudo o que quiseres!
Ricardo - E tu o que é que fizeste?
Eu - ...fiz uma casa.
Ricardo - Para quê?
Eu - ... para fazer uma casa.
Ricardo - Ah...
Eu - A casa é um fim em si mesmo!
Ricardo - Ah... fixe...

O que faz sentido se pensarmos que ele gosta de jogos assim:

Read More »